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quarta-feira, 14 de junho de 2017

EQUILÍBRIO ENTRE PERDAS E GANHOS


Estivemos ausentes mas não desistimos de alimentar essa página e a natureza de novos elementos
Perdemos uma mangueira, em Viana. Vai ser substituída por outra que veio do Zango IV.
Os maracujazeiros do Autódromo estão em final de vida útil. Faltam regas. Inexiste quem o faça com regularidade. Em viana cresce um substituto e no Zango está um a desenvolver-se ainda no vaso.
Levamos à terra firme, no Zango, uma mangueira, uma acácia (saída do Autódromo) e uma cajá-mangueira.
E recebemos mais um "kapeza" (cágado) vindo de Saurimo. Veio já a hibernar e ainda não se mostrou aos meninos de casa. Quando terminar a hibernação já saberemos, a contar pela aproximação e brincadeira com o outro, se é macho ou fémea.

sábado, 1 de abril de 2017

NOVAS ESTÓRIAS PARA CONTAR

A 12 de Março de 2017,
A cajá-mangueira, que se pode ver nas fotos, deixou o vaso
para a terra firme.
Contemos o tempo e esperemos que a terra seja fértil, proporcionando as expectáveis frutas docinhas em curto tempo.

sexta-feira, 10 de março de 2017

CRESCENDO JUNTOS

Essa bananeira foi plantada no "Projecto Luanda Limpa", Zango IV, em Viana, Luanda, naquela que será a residência de Maria Canhanga.
Crescer juntos, edificação e frutícolas, diminui o tempo de espera pela colheita. Outras plantas como mangueira e cajá-mangueira aguardam pela libertação de espaço que as vai acolher.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

QUIABOS E MARACUJÁS

Ei-los
Benfica, autódromo
No meu quintal
Semeados em finais de 2016
A safra promete
exemplo a replicar
 


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

QUIABOS A CAMINHO DA BOCA

Para quem trabalha a terra em sistema de sequeiro, nada mais agradável do que a chegada da chuva.
Gostaria de ter um hectar de terra para lavrar, em Luanda, aos sábados e feriados. Mas não tenho.

Tenho me contentado em colocar árvores e ervas nos meus quintais.
O do autódromo tem quiabos em crescimento. Tentei e lá estão as plantas que vão, com certeza, dar fruto.

Vamos levar a experiência ao Zango quatro, na casota da mamã. As sementes que retirei de um quiabo que não pôde ir à panela, por se apresentar demasiadamente duro, estão comigo, viajando todos os dias no carro.

Já comemos mamões. Aguardamos pelos quaiabos!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

IMPLANTANDO FLORESTA

Já pode ser considerada uma "floresta" em miniatura. O importante é ter árvores, as primeiras. E já vão acima de dezena. Todas elas frutícolas enão frutícolas ou meramente decorativas. E a percorri por diversos ângulos.
Um dia ainda me chamam de "o homem que gostava de plantar árvores".
Ontem podei a videira. A família habituada a ve-la com muitos ramos e folhagem franziu o rosto. Mas, deixa: videira tem de ser podada para dar vinha (uva).
Levei uma romeira à terra firme. Uma cajamangueira brotou no vaso e já tem espaço no quintal onde a terra a aguarda.
 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A AGRICULTURA É A BASE DO DESENVOLVIMENTO

Já foi lema:
 
"A agricultura é a base e a indústria o factor decisivo (do desenvolvimento)".
Mudaram-se os tempos mas se mantêm os desafios.
Para um filho de camponeses, a ligação à terra é íntima. É intrínseca à existência. Assim sou eu.
No km 30, ao Benfica, Luanda, onde cresce uma "casota, crescem também bananeiras (duas), abacateiro, maracujazeiros, coqueiro, romeiras, mangueira e batateiras (para as ramas e os tubérculos).
"É preciso economizar", cantava-se nos anos da Revolução.
Para economizar é preciso resgatar do solo todo o seu potencial.