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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

REPLICANDO BANANEIRAS NO QUINTAL

Essa bananeira está há seis meses em casa, oferta da minha sobrinha Eva Marcos.
Apresenta um rebento (filhote) que será transplantado em outro lugar para replicar a "padeira". A outra que produzirá banana de mesa, plantada no Zango, já apresenta dois filhotes que também serão divididos entre Viana e zango. Assim juntamos à decoração a produção alimentar.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

JUNTAR À FOME A VONTADE DE COMER

O adágio é português.
Juntar à fome a vontade de comer é o mesmo que juntar ao que é útil o agradável.
Pois é. Agrada ao olho ter uma casa decorada de verde em vasos e ou mesmo em canteiros à volta. Foi o que fiz ao me instalar na residência de Viana.
Uma vivenda circulável por todos os lados e com canteiros de relva na parte frontal e lateral direita.
Estamos agora a diminuir a relva que cumpriu e ainda cumpre com o seu papel decorativo, acrescentando rama de batata-doce.
Ela vai e já começou a exercer a função decorativa (verde) e vai também acudir o estómago. Este será o apanágio em todos os espaços caseiros: verde que alimenta os olhos e o estómago! 
  

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

CHUVA DE CONHECIMENTOS

Estar com quem trate a arte de agricultar por "tu" é o melhor que pode acontecer com um amante desta arte.
Estivemos no Quissongo com Carlos Cunha, Oka. Aprendemos que a vida de uma planta, enquanto ser vivo, depende de alimentação. Tal como os animais. O ar para nós é água para as plantas. A comida sempre imprescindível às duas formas de vida.
E como se conseguem os adubos orgânicos, na ausência dos químicos?
- Um dos caminhos é o chamado NPK (azoto, fósforo e potássio). O lugar onde tudo se processa biologicamente chama-se "nitreira".
E que que se encontra numa nitreira?
- Caca de galinha (excrementos), dress (casca de cevada) e casca de café. É disso que as plantas muito precisam para se alimentar.
Sem adubos orgânicos, as plantas, inicialmente, podem produzir, aproveitando-se do húmus pré-
existente no solo. Porém, o tempo vai levar a planta a perder robustez e capacidade de produção frutícola.
Outra aprendizagem tem a ver com a eliminação dos "ladrões" que são as ramificações novas e dispensáveis que forem nascendo. A planta tem de ser permanentemente podada e orientada para a vertical ou horizontal. 
As partes podadas, uma vez decompostas, acabam servindo de alimento para a mesma planta. Bonito nê?!

 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

MARACUJÁS GIGANTES

Vamos ter
A coronel Maria das Dores foi portadora de uma encomenda do Dr. Luís Fernando.
Vamos distribuí-los por Viana, Zango e Autódromo.
Notícias não faltarão.
Obrigado LF.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

UM OUTRO CENÁRIO

No Zango IV

Cresce relva pelo quintal
Daqui a nada é campinzal
Precisando aparo

Pelo quintal ainda,
Quiabos e alfaces na kinda
Para já a colheita não finda
Tomates, bananas e quê mais ainda?
Ah,
É para seguir!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

EQUILÍBRIO ENTRE PERDAS E GANHOS


Estivemos ausentes mas não desistimos de alimentar essa página e a natureza de novos elementos
Perdemos uma mangueira, em Viana. Vai ser substituída por outra que veio do Zango IV.
Os maracujazeiros do Autódromo estão em final de vida útil. Faltam regas. Inexiste quem o faça com regularidade. Em viana cresce um substituto e no Zango está um a desenvolver-se ainda no vaso.
Levamos à terra firme, no Zango, uma mangueira, uma acácia (saída do Autódromo) e uma cajá-mangueira.
E recebemos mais um "kapeza" (cágado) vindo de Saurimo. Veio já a hibernar e ainda não se mostrou aos meninos de casa. Quando terminar a hibernação já saberemos, a contar pela aproximação e brincadeira com o outro, se é macho ou fémea.

sábado, 1 de abril de 2017

NOVAS ESTÓRIAS PARA CONTAR

A 12 de Março de 2017,
A cajá-mangueira, que se pode ver nas fotos, deixou o vaso
para a terra firme.
Contemos o tempo e esperemos que a terra seja fértil, proporcionando as expectáveis frutas docinhas em curto tempo.