A bananeira rocha já tem um filhote.
A goiabeira está no auge com suas doces goiabas que as crianças muito apreciam.
A videira tem mais um cacho. É pena que ela só dá um de cada vez. Preciso saber o que se passa.
A mandioqueira atingiu dois metros. É demais. Esse arbusto não cresce tanto assim. Plantei mais mandioqueiras fora do quintal (zona trazeira da casa).
Outro maracujueiro já tem uma fruta.
O abacateiro do quintal também desafia os ares embora demore mais algum tempo para das os primeiros frutos.
As roseias sempre a florirem.
Os eucaliptos somam e seguem a "caminho do ceu".
Na QB, minhas terras no Libolo, a obreira Maria Canhanga contratou uns tarefeiros para mais empreitadas. Já colhemos mangas. Este ano podem ser abacates. As laranjeiras é que demoram muito por falta de enxertia.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
É CHEGADA A FASE DAS FRUTAS
Este ano, 2013, recebi uma comunicação de que a mangueira e anonácea plantadas na minmha antiga casa, na Zona da Caop C, em Viana, já exibiram as primeiras mangas e sape-sape. Embora a casa esteja arrendada, o meu filho Luciano Delfim recebeu alguns destes frutos e pôde deliciar-se.
Na casa em que construo, também em Viana, deppois dos já habitauis maracujás e do primeiro cachinho de uvas, é chegada a vez das goiabas. A árvore está recheada e só falta mesmo amadurecerem.
Aliás, o Arlindo já faz mania de não pretender ir à creche sem levar uma goiaba.
Aliás, o Arlindo já faz mania de não pretender ir à creche sem levar uma goiaba.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
FINALMENTE UMA NESPEREIRA
Depois de muitas voltas à cabeça sobre onde encontrar lugar para plantar a nespereira, encontrei um espaço onde a relva deu cabo de uma planta decorativa.
O Sulco (buraco) recebeu a cobertura de um balde de plástico com o diâmetro de meio metro para servir de barreira à progressão, sempre oportunista, da relva. Lá no meio está a árvore que, por ter chegado tarde, não encontrava espaço para a sua plantação, embora de estrema utilidade para o "bosque e pomar da minha imaginação".
E, na ocasião, mais um eucalipto foi lançado ao solo, perfazendo um total de quatro árvores da espécie que estão no espaço traseiro ao quintal.
E falando sobre plantas, vou me habituando a pronunciar anonácea em vez de sape-sape (anona).
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O BOSQUE DA MINHA MENTE
Cresci no meio de árvores e mentalizei-me que uma boa casa pressupõe a existência de árvores e o chilreio de passarinhos. Ao rememorar minha infância, quase sinto o cheiro das flores no tempo chuvoso.
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| O bosque da minha casa |
A minha primeira infância foi na fazenda Kitumbulu de meu avó paterno, Fernando Dambi, também conhecido por Ngana Muriangu ou ainda Kapuku. Kitumbulu fica a sul da comuna da Munenga, próximo do rio Longa.
Aos 04 anos mudámo-nos para a Fazenda Israel, actual Fazenda Hoji-ya-Henda, onde fica hoje a aldeia de Pedra Escrita. Tive ainda outras experiências nas visitas à fazenda da alemã Sra. "Kasenda" (nome atribuído pelos locais), a fazendas no Mussende (Kalulu) e tantas outras.
Ao longo da minha vida conheci um mundo vegetal exótico, fascinante. Quis ter um exemplar de cada planta que vi e que marcou a minha vida.
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| Parte da casa e a extremidade da borracheira |
Num espaço de aproximadamente 60m2, que separa o muro do quintal da minha casa e a vala de drenagem de águas pluviais, e no próprio espaço do meu quintal, vou plantando o que posso, o que as características do solo permite.
Dentro do quintal tenho uma videira que já está no seu segundo cacho de uvas. Há ainda uma goiabeira, várias roseiras, uma bananeira, uma borracheira que suporta a videira, dois maracujoeiros, uma pitangueira, um cajueiro (este parece que não quer crescer), uma anonácea (árvore que da sape-sape ou anona), uma mangueira, uma tanjarineira e um limoeiro. A laranjeira secou (que pena). Há ainda um abacateiro, duas jaqueiras e uma gajajeira, uma amoreira, duas mandioqueiras, dois cedros e várias outras espécies decorativas, dentro do quintal.
Lá fora, nos 60m2 que podem crescer para 90m2: uma acácia decorativa e uma silvestre, três eucaliptos, uma tamarineira e bambús. Agora que a água é de graça, pois chove abundantemente, vamos ensaiar outras plantas que se adaptem ao solo. Aliás, falta espaço para as nespereiras, as sentinelas e os pinheiros que se desenvolvem lindamente no viveiro.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
É TEMPO DE CHUVA: FALEMOS DE AGRICULTURA
Há muito via, ainda na minha infância, as senhoras colocarem
numa mesma “mubanga” (estaca) uma mandioqueira e feijoeiros ao lado ou
gingubeira, ou ainda milho.
Nunca entendi o porquê da mistura.
O meu parco raciocínio de então levava-me a pensar que fosse, pura e
simplesmente, por uma questão de economia de espaço, tendo em conta que as culturas
do milho, ginguba (amendoim) e feijão são de curta duração e sempre deixariam a
mandioqueira sozinha.
| A lavra do autor, próximo da aldeia de Pedra Escrita, Libolo |
Ledo engano. O feijoeiro, por exemplo, tem gotículas nas
suas raízes que permitem armazenar azoto, principal “alimento” dos vegetais que
é expelido em forma de oxigénio. É obvio que tal processo acaba também por
alimentar a mandioqueira que está ao lado.
E já agora, você sabe o que acontece com os solos das regiões de intensa pluviosidade, escassa
vegetação e solo poroso?
- Os elementos que servem de nutrientes para as culturas são
arrastadas para debaixo do solo, onde não são atingidas pelas plantas, daí
tornarem-se solos fracos à produção agrícola.
Aguardo a sua contribuição sobre técnicas, que conheça, de
correcção de solos improdutivos.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O DESAFIO DO BAMBÚ
O que a imagem mostra é o que me proponho ter como resultado do esforço que começou no dia 05.11.2012.
O bambú é uma planta que me cativa desde miúdo, nas caçadas lá pelos lados do Riaha e kazondo (Rimbe, Libolo). Quis sempre ter um perto de casa mas nunca soube como.
A minha estada pela Lunda Sul deu-me a oportunidade de aprender como fazer para ter um broto da planta lenhosa.
Não é difícil: Basta cortar um pedaço, de mais ou menos um metro e o enterrar. Se se puder arrancar uma parte com raízes, aumenta ainda mais a possibilidade de sucesso. E foi o que fiz.
Havendo uma vala de drenagem de águas pluvias atrás da minha casa, em Luanda, decidi recorrer ao bambú para impedir a progressão da ravina e servir igualmente de cortina contra ventos, poeira e ruídos. O desafio começou agora, com o plantio de um pedaço de 1 metro, que espero germine e se espalhe pelo espaço traçado. E, se der certo, um outro pedaço será levado à quinta, no Libolo, para cumprir o meu sonho de garoto.
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| O bambú ainda pequeno |
Começou o desafio!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
CHUVA ANTECIPA-SE NA LUNDA SUL
Oficialmente é a 15 de Agosto que acontece a viragem d´Estação.
Porém, os fenómenos naturais não são lineares. A Lunda Sul já começou a receber chuva. Ontem, 12.08.2012, à noite, a poeira foi abafada por gotas de chuva, a mesma chuva que recomeçou agora, 18h37´de 13.08.2012.
Oxa-lá haja muita produção este ano, não só na Lunda, como em todo o país.
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