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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

NUNCA PARÁMOS

A minha primeira laranjeira plantada em solo firme (Dez 2018) já tem uma laranja. Eram muitas mais flores, porém conserva uma pequena laranja que cresce dia após dia.

A mangueira lançada ao solo (aqui sem enxerte) em Abril de 2017 também tem as primeiras mangas. Uma dez.
Continuamos a plantar, pois temos noção de que precisamos de contribuir para um mundo cada vez mais verde.

Ah, já me ia esquecendo dos bambus de caule fino e das batateiras. Também lançámos quiabos à terra (a quantidade é reduzida, se comparada à vez passada. Mas teremos quiabos dentro de mês e meio, assim como já temos colhido bastante "rama de batata".
   

domingo, 23 de junho de 2019

CAJÁ-MANGUEIRA NA PEDRA ESCRITA

Com o intuito de levar leitura às meninas e meninos da aldeia de Pedra Escrita (Libolo, Munenga, EN240) levamos blocos de cimento que nos permitirão construir uma "biblioteca rural" naquela comunidade.
 
Em vez de fazermos ao lançamento da primeira pedra, decidimos plantar a primeira árvore frutícola, podendo ser o início de um outro projecto a levar a cabo na aldeia que "se desfez da vegetação primitiva" e se esqueceu do povoamento arbóreo alternativo.
A cajá-mangueira, arvore que vou espalhando, já está na aldeia de Pedra escrita, esperando que os "padrinhos" (um menino e um adulto) cuidem dela como cuidam de cães-para-caça.
 

sábado, 25 de maio de 2019

HISTÓRIA DA MANGUEIRA DE PEDRA ESCRITA

Em 1987, Junho, regressei ao Libolo (tendo como destino inicial a aldeia de Perda Escrita, recém criada), procedente de Luanda.
Na mesma semana plantei um abacateiro no alambique (lavra do Limbe) e o "pai Raimundo" (Manuel Carlos da Silva) plantou a mangueira no terreiro de sua casa. Ainda ajudei a regá-la até que parti para Kalulu, onde permaneci até 1990, deslocando-me parcas vezes à Pedra Escrita em ocasiões de férias escolares. A mangue...ira, única árvore de longa vida que se vê na aldeia, ainda está aí, a reclamar companhia de outras frutícolas.
É debaixo dela que os meus familiares se reúnem. Afinal a velha Nzumba (Alcinda Cazenza, na foto) é a matriarca da família.
Na aldeia, para abordar assuntos comunitários, como sempre, beneficiei, mais uma vez, da sombra dessa árvore e perguntei-me (a mim mesmo): por que não se plantam mais árvores, tendo as crianças como padrinhos?
Se assim se fizer, a aldeia ganhará vida. Pois água não falta (apesar dos cabritos que ameaçam as plantas de pouca altura).

terça-feira, 2 de abril de 2019

TOMBOS E COMPENSAÇÕES

A acácia americana, aquela árvore parecida à tamarineira mas que não dá fruta, tombou forçada pelo vento. Felizmente foi ter à vala e não provocou danos à habitação.
Bebendo da experiência do vizinho do leste que ano após ano perde eucaliptos derrubados pelo vento (afinal as raízes são fasciculadas), decido, antes que o azar me batesse á porta derrubar o eucalipto. Levava dez anos, diâmetro de 75cm e mais de 20 metros de altura. Também tombou transformando-se em uma "ponte" sobre a vala de drenagem das águas pluvi-urbanas da vila de Viana.
Para a recompensa, plantámos mais bambus e cajá-mangueiras ao longo do meu espaço junto à dita vala.
 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

REALIZANDO UM SONHO ANTIGO

Final e felizmente consegui o tão desejado "cavalo" portador de três enxertes: laranjeira, lima e tangerineira numa só árvore. A benquista está já em terra firme no Zango V.
Com ela chegaram outras duas: tangerineira e laranjeira.
Mas não é tudo. Romãzeira, bananeira, longan (olho de dragão), mamoeiro, maracujazeiro, entre outras, fazem "gosto" ao quintal.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

COLHENDO E COMENDO COM GOSTO

O cacho de banana-pão não suportou o peso e caiu forçado pelo vento.
Como já estava bem criado, não demorou amadurecer, três dias apenas.
Resultado: bananas doces e gostosas depois de fervidas. Foi uma delícia e vamos replicar.
Na mesma semana amadureceu o cacho de bana de mesa, no Zango IV. Estavam bem-criadas, mas subdesenvolvidas. Eram doces, apesar da pequenez. A Velha Maria Canhanga decidiu dividir o cacho, já maduro, com os netos.
 

quinta-feira, 31 de maio de 2018

RÉPLICAS E COLHEITAS

Bem,
 
Há bom tempo que não vínhamos deixar palpites.
 
A bananeira (padeira) já tem um cacho médio. Bom cacho para o terreno em que foi implantada. Já deu um filhote transplantado no Zango e outros treze à volta.
 
A bananeira (de mesa) plantada no Zango também tem um cacho. Longo mas não tão grossas as bananas. Faltaram fertilizantes, pois o terreno é bem mais poroso e escasso em nutrientes do que em Viana. Deu, porém, dois filhotes transplantados com sucesso, no Zango e em Viana.