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sexta-feira, 10 de março de 2017

CRESCENDO JUNTOS

Essa bananeira foi plantada no "Projecto Luanda Limpa", Zango IV, em Viana, Luanda, naquela que será a residência de Maria Canhanga.
Crescer juntos, edificação e frutícolas, diminui o tempo de espera pela colheita. Outras plantas como mangueira e cajá-mangueira aguardam pela libertação de espaço que as vai acolher.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

QUIABOS E MARACUJÁS

Ei-los
Benfica, autódromo
No meu quintal
Semeados em finais de 2016
A safra promete
exemplo a replicar
 


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

QUIABOS A CAMINHO DA BOCA

Para quem trabalha a terra em sistema de sequeiro, nada mais agradável do que a chegada da chuva.
Gostaria de ter um hectar de terra para lavrar, em Luanda, aos sábados e feriados. Mas não tenho.

Tenho me contentado em colocar árvores e ervas nos meus quintais.
O do autódromo tem quiabos em crescimento. Tentei e lá estão as plantas que vão, com certeza, dar fruto.

Vamos levar a experiência ao Zango quatro, na casota da mamã. As sementes que retirei de um quiabo que não pôde ir à panela, por se apresentar demasiadamente duro, estão comigo, viajando todos os dias no carro.

Já comemos mamões. Aguardamos pelos quaiabos!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

IMPLANTANDO FLORESTA

Já pode ser considerada uma "floresta" em miniatura. O importante é ter árvores, as primeiras. E já vão acima de dezena. Todas elas frutícolas enão frutícolas ou meramente decorativas. E a percorri por diversos ângulos.
Um dia ainda me chamam de "o homem que gostava de plantar árvores".
Ontem podei a videira. A família habituada a ve-la com muitos ramos e folhagem franziu o rosto. Mas, deixa: videira tem de ser podada para dar vinha (uva).
Levei uma romeira à terra firme. Uma cajamangueira brotou no vaso e já tem espaço no quintal onde a terra a aguarda.
 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A AGRICULTURA É A BASE DO DESENVOLVIMENTO

Já foi lema:
 
"A agricultura é a base e a indústria o factor decisivo (do desenvolvimento)".
Mudaram-se os tempos mas se mantêm os desafios.
Para um filho de camponeses, a ligação à terra é íntima. É intrínseca à existência. Assim sou eu.
No km 30, ao Benfica, Luanda, onde cresce uma "casota, crescem também bananeiras (duas), abacateiro, maracujazeiros, coqueiro, romeiras, mangueira e batateiras (para as ramas e os tubérculos).
"É preciso economizar", cantava-se nos anos da Revolução.
Para economizar é preciso resgatar do solo todo o seu potencial.
 

terça-feira, 5 de julho de 2016

DESAFIOS

A bananeira que dá pão, trazida do Bom Jesus, não resistiu em Viana e secou.
Uma outra, pequena, cedida pela vizinha no Benfica, parece acatar o meu desejo. Produz folhas novas e disputa altura com uma outra levada, ainda rebento, do quintal de Viana.
A mangueira diz-lhes que vai ser a "dona do quintal" e as mandioqueiras da vizinha se vão despedindo uma após outra.
Os kangonheiros que se "encorajam" nas traseiras do meu quintal para acções que se desprezam, deixaram a sua marca.
Afinal não são perdas apenas.
Umas secam e outras (re)surgem.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

AZAR E SORTE NO POMAR

Secou a jaqueira grande
Que baixa!
Secou a caja-mangueira pequena
Que pena!
Secou a nespereira que se parecia a Yala kuhu
Que azar!

Folheia-se a bananeira noutro quintal,
Rebentou a mangueira que reclama solo másculo
Trepa o maracujazeiro
Amadurecem as cajás-mangas
Cresce a jaqueira pequena
Que sorte!