E, pronto!
Comemos as bananas do quinta. Banana-pera, como lhes chamaram. Saborosas. Arlindo, o caçula de casa, nem as deixava amadurecer como devia ser. Aguardemos para o ano outro cacho.
Os cachos de uva estão quase bem-criados. Não tarda alguém levará à boca a primeira uva deste ano.
Há que plantar mais uma videira. Mais uma bananeira, mais um maracujazeiro, mais um... Ops! Falta espaço.
sábado, 18 de janeiro de 2014
domingo, 1 de dezembro de 2013
AS BANANEIRAS E AS MANDIOQUEIRAS DO MEU QUINTAL
O cacho de bananas está quase a amadurecer. Está bem criado, como dizíamos na fazenda. A bananeira tem três filhotes (mais dois) do que havíamos anunciado.
Decidi também substituir as mandioqueiras que estavam dentro e fora do quintal por outras. A kizaca (folhas) nunca era recolhida e a mandioca é amarga. Tive de levar mandioqueira que, comprovadamente, produz mandioca doce.
A videira tem sete cachos. Desta vez um dos cachos deverá ser meu. Já ordenei.
Estamos a preparar mais maracujazeiros para substituir o reinante e também mais roseiras e acácias vermelhas.
O problema do momento chama-se espaço. Já estamos a fazer uma renovação por troca. Ou seja: eliminamos redundâncias ou plantas de qualidade "inferior" por outras mais atraentes.
Quem me dera ter mais terreno!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
UM CACHO NO TEMPO PREVISTO
A bananeira lá de casa já tem um cacho. Curto mas promissor em termos de doçura. A banana de casa tem sempre um sabor diferente.
Já são dois filhotes que vão substituir a planta levada de Catoca, Lunda Sul. Com a chegada próxima da chuva, outros rebentos nascerão à volta.
A videira também vai dando o ar de sua graça, apesar das condições difíceis (terreno muito seco). Tem a folhagem seca mas já se deslumbram dois cachitos de uvas.
Assim vai o meu agro-hobby caseiro.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
AVANÇOS E RETROCESSOS
A cana secou. Triste. Vamos, em tempo hábil e próprio, substituí-la.
Um dos eucaliptos também não resistiu à fúria solar. Encontraremos substituto.
O abacateiro colocada também nas traseiras do quintal apresenta indícios de doença. Está entre a vida e morte, se a chuva não se apressar. Tem igualmente planta substituta num vaso ou mesmo uma.
Colhem-se maracujás quase todos os dias. Que maravilha para a miudagem!
- Papá quero fruta senão não irei à creche. - Ameaça brincalhão o caçula Arlindo.
- Papá eu quero goiaba. - Riposta a Princesa enciumada.
O certo é que há sempre duas maracujás e duas goiabas para os mais pequenos que se deliciam.
E ia me esquecendo: a bananeira tem um cacho e dois filhotes. Com o chegar da chuva haverá mais para contar.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
UM ABACATEIRO E PÉ DE CANA PARA NOVAS ESTÓRIAS
Ano e meio depois, voltei à aldeia de Pedra Escrita, comuna da Munenga, município do Libolo, província do Kwanza-Sul, Angola.
O meu espanto inicial foi que a lavra da minha mãe estava toda apossada de capim seco e apenas metade da sua extensão tinha mandioqueira bem tratada.
Não a tendo encontrado na lavra, que fica a dois quilómetros antes da aldeia, rumamos, Beto Spina e eu à aldeia onde a encontramos saudável. Sábado foi um dia friorento, por isso, poucos ousaram deixar a aldeia. Os aldeões, dos idosos às crianças, estavam todos acossados pelo frio que encontrava terreno fértil.
Apresentada a razão da visita, e quando nos preparávamos para partir de volta a Luanda, eis que ela, Maria Canhanga, nos convidou para irmos ver a nova lavra que ficava a uns 500 metros da aldeia. Tem mandioqueiras, milheiros, cana-de-açúcar, bananeiras, etc.
- É aqui que vou trabalhando, agora que as pernas não permitem tanto, devido ao reumatismo. - Explicou enquanto retirava milho e mandioca para presentear os netos na capital.
Já agora, o meu micro pomar (zona interior e exterior do meu quintal) ganhou um novo abacateiro.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
SENTINELAS PARA "MARCAR" TERRENO
Domingo, dia 07 de julho, foi dia de campanha.
A manhã foi marcada pelo plantio de duas sentinelas (árvores) que se situam nos dois extremos da parte de fora, junto à ruam do meu quintal.
A tarde, embora cansado, foi marcada pelo corte e queima de capim na parte traseira do quintal, junto à vala de escoamento de águas pluviais, e início da vedação do espaço preventivo de 3 metros de largura e 20m de comprimento que separa a vala do quintal.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
DESPERTAR AO CHILREIO DOS PÁSSAROS
Quando essa bananeira (foto) saiu de Catoca, Lunda Sul, era um "botão" com
poucos centímetros. Hoje já tem um rebento e o primeiro cacho está para breve.
Agricultura é paciência. É "correr por gosto".
Aos meus amigos que me dizem para "deixar o
bairro (Viana) e ir ao Nova Vida", digo que é isso que me retém no bairro.
Gosto de seguir o crescimento das minhas
plantas, colher as primeiras frutas e ouvir o chilrear dos passarinhos logo pela
manhã. São os meus despertadores, algo que jamais terei no quinto andar do
edificio público e com espaço limitado.
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