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sábado, 26 de março de 2011

FAZER DO QUINTAL UM POMAR EM MINIATURA

É possível.
Depois da experiência com  o caxinde; a batata-doce que produz com fartura a rama (folhas bastante apreciadas na culinária angolana) e que pode também dar frutos (tubérculos) que se desenvolvem terra abaixo; do plantio bem conseguido da goiabeira, da jaqueira, dos cedreiros (3), da pinheira, do abacateiro, da mangueira, da laranjeira, do limoeiro, da tanjerineira, da amoreira, das bananeiras (2), da pitangueira, dos eucaliptos e acácia e sei lá mais o quê,  o quintal da minha casa em construção tornou-se uma hora. Até plantas de quiabeiros lá tem. Quem sabe ele venha  a tornar-se, efectivamente, um pomar em miniatura?
É este o objectivo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A PEQUENA HISTÓRIA DA BANANEIRA ROUXA

Transportade de avião da Lunda Sul para Luanda, foi colocada num vaso. E não é que a abnaneira germinou?
Apresenta, feliz, nova folhagem nascida ao lado do caule-mãe.

Quando o houver tempo e transporte terrestre de Luanda ao Libolo levá-la-ei ao poiso definitivo.

E  aproveitando a deixa, vamos tentar agora colocar nos vazos umas batateiras e mandioqueiras "precoces" que segundo especialistas são de boa colheita e riqueza nutricional.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

BANANA ROXA PARA DAQUI A DOIS ANOS

Na minha primeira infância, aí até aos 03 anos, lembro-me que o meu avô paterno tinha na sua fazenda bananeiras cujas folhas e frutas eram roxas.

Faz tempo que não encontrava um exemplar para plantar na minha horta e cumprir um dos meus sonhos que é(ra) o de ter aquela planta entre a minha colecção.

Finalmente, consegui neste mês de Janeiro. Como ela teria de viajar mais de 1100km de avião e outros 270km de carro, com uma estadia num vazo em Luanda de cerca de seis meses, tive de arrancar um exemplar minúsculo.

Acredito que em dois anos tenhamos, caso nada de anormal aconteça com a bananeira, um cacho roxo e outras bananeiras (filhas) para aumentar o nro.

sábado, 4 de dezembro de 2010

A AVÓ CHEGOU...

A moto de 3 rodas ronca cansada, assolada pelo peso que carrega. Na caixa leva macroeira, mandioca, massarocas de milho, ginguba, cana e banana. A velha tinha levado um pouco de tudo para contentar os netos que deixou a um mês e conhecer o mais recente, filho do seu caçula.

Avó chegou: este é o grito da netada sempre que a vêem chegar, vinda do interior onde faz os seus cultivos.
Avó chegou é também o nome que ganharam todas as motorizadas de carroça e três rodas.

E, desta vez, a avó levará de Luanda ao campo mais pés de laranjeiras, tanjerineiras e limoeiros que o papá faz brotar na estufa caseira. Dentro de cinco anos, pode ser que a avó traga também laranjas, limões e tanjerinas.
A avó chegou e diz que a chuva também chegou ao campo para trazer fartura do campo.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

NVULA IEZA, KITANGANA KIÁ KUDIMA

Chegou a chuva. É momento de lavrar a terra.

Homens, mulheres e, sobretudo jovens, mãos à obra!

A minha parte, o meu pedaço de pedra, está a ser lançado neste alicerce que é retirar o nosso país da fome e da dependência externa em termos de comida.

É preciso termos um prato completamente Nacional. 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A ERA DO AUTO INVESTIMENTO

A primeira colheita (parcial) da mandioqueira resultou em alguns sacos de bombó que embora vendidos a "preço de banana" por se ter encontrado  mercado "inundado"do produto renderam aproximadamente Usd 600. Como ainda há muita mandioca por colher, esperamos que o investimento aplicado ao longo de 3 anos possa ser atingido e com alguma margem de lucro aparente (que não será mais do que a compensação pelos esforços pessoais, não contabilizados, empreendidos pela anciã Maria Canhanaga e por mim).

Foi um misto de espanto e alegria.
"Estamos no bom caminho", embora façamos agricultura apenas como hobbie.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

ENSAIANDO A HORTICULTURA

Para ser honesto nunca passou pela minha cabeça. Apenas o Sr. Luis, o agricultor que a minha mãe contratou para cuidar da lavra, pensou no assunto e fez a primeira experiência.

E tudo começa porque levei em Junho último algumas estacas de citrinos que o Sr. Luis (da Gabela) entendeu plantar junto à ribeira. Desmatou o mato que aquilo era e, mesmo sem caudal de água corrente, fez alguns pequenos poços que já dão para a irrigação manual das plantas e algumas couves e repolhos que plantou no leito úmido.

E como para tudo há uma primeira vez, a brilhante ideia do Sr. Luis motiva-me a pensar numa pequena represa que pode alimetar as necessidades em termos de água no tempo de estiagem. Depois da colheita das couves e repolhos do Sr. Luis cá voltaremos para passar este testemunho.

Quanto à mandioqueira, o campo alarga-se cada vez mais. Está a ser feita a colheita dos primeiros plantios e a "velha" gestora já se encontra em Luanda para comercializar os frutos desta ousadia.

Antes que alguém me pergunte sobre os abacateiros, laranjeiras, bananeiras, limoeiros e tanjarineiras, estes também vcrescem a bom ritmo. Cada uma segundo o seu passo natural. Mas motivam qualquer agricultor que prepara a sombra do amanhã.