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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

REALIZANDO UM SONHO ANTIGO

Final e felizmente consegui o tão desejado "cavalo" portador de três enxertes: laranjeira, lima e tangerineira num só árvore. A benquista está já em terra firme no Zango V.
Com ela chegaram outras duas: tangerineira e laranjeira.
Mas não é tudo. Romãzeira, bananeira, safú, mamoeiro, maracujazeiro, entre outras, fazem "gosto" ao quintal.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

COLHENDO E COMENDO COM GOSTO

O cacho de banana-pão não suportou o peso e caiu forçado pelo vento.
Como já estava bem criado, não demorou amadurecer, três dias apenas.
Resultado: bananas doces e gostosas depois de fervidas. Foi uma delícia e vamos replicar.
Na mesma semana amadureceu o cacho de bana de mesa, no Zango IV. Estavam bem criadas, mas subdesenvolvidas. Eram doces, apesar da pequenez. A Velha maria decidiu dividir o cacho, já maduro, com os netos.
 

quinta-feira, 31 de maio de 2018

RÉPLICAS E COLHEITAS

Bem,
 
Há bom tempo que não vínhamos deixar palpites.
 
A bananeira (padeira) já tem um cacho médio. Bom cacho para o terreno em que foi implantada. Já deu um filhote transplantado no Zango e outros treze à volta.
 
A bananeira (de mesa) plantada no Zango também tem um cacho. Longo mas não tão grossas as bananas. Faltaram fertilizantes, pois o terreno é bem mais poroso e escasso em nutrientes do que em Viana. Deu, porém, dois filhotes transplantados com sucesso, no Zango e em Viana.
 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

REPLICANDO BANANEIRAS NO QUINTAL

Essa bananeira está há seis meses em casa, oferta da minha sobrinha Eva Marcos.
Apresenta um rebento (filhote) que será transplantado em outro lugar para replicar a "padeira". A outra que produzirá banana de mesa, plantada no Zango, já apresenta dois filhotes que também serão divididos entre Viana e zango. Assim juntamos à decoração a produção alimentar.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

JUNTAR À FOME A VONTADE DE COMER

O adágio é português.
Juntar à fome a vontade de comer é o mesmo que juntar ao que é útil o agradável.
Pois é. Agrada ao olho ter uma casa decorada de verde em vasos e ou mesmo em canteiros à volta. Foi o que fiz ao me instalar na residência de Viana.
Uma vivenda circulável por todos os lados e com canteiros de relva na parte frontal e lateral direita.
Estamos agora a diminuir a relva que cumpriu e ainda cumpre com o seu papel decorativo, acrescentando rama de batata-doce.
Ela vai e já começou a exercer a função decorativa (verde) e vai também acudir o estómago. Este será o apanágio em todos os espaços caseiros: verde que alimenta os olhos e o estómago! 
  

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

CHUVA DE CONHECIMENTOS

Estar com quem trate a arte de agricultar por "tu" é o melhor que pode acontecer com um amante desta arte.
Estivemos no Quissongo com Carlos Cunha, Oka. Aprendemos que a vida de uma planta, enquanto ser vivo, depende de alimentação. Tal como os animais. O ar para nós é água para as plantas. A comida sempre imprescindível às duas formas de vida.
E como se conseguem os adubos orgânicos, na ausência dos químicos?
- Um dos caminhos é o chamado NPK (azoto, fósforo e potássio). O lugar onde tudo se processa biologicamente chama-se "nitreira".
E que que se encontra numa nitreira?
- Caca de galinha (excrementos), dress (casca de cevada) e casca de café. É disso que as plantas muito precisam para se alimentar.
Sem adubos orgânicos, as plantas, inicialmente, podem produzir, aproveitando-se do húmus pré-
existente no solo. Porém, o tempo vai levar a planta a perder robustez e capacidade de produção frutícola.
Outra aprendizagem tem a ver com a eliminação dos "ladrões" que são as ramificações novas e dispensáveis que forem nascendo. A planta tem de ser permanentemente podada e orientada para a vertical ou horizontal. 
As partes podadas, uma vez decompostas, acabam servindo de alimento para a mesma planta. Bonito nê?!

 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

MARACUJÁS GIGANTES

Vamos ter
A coronel Maria das Dores foi portadora de uma encomenda do Dr. Luís Fernando.
Vamos distribuí-los por Viana, Zango e Autódromo.
Notícias não faltarão.
Obrigado LF.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

UM OUTRO CENÁRIO

No Zango IV

Cresce relva pelo quintal
Daqui a nada é campinzal
Precisando aparo

Pelo quintal ainda,
Quiabos e alfaces na kinda
Para já a colheita não finda
Tomates, bananas e quê mais ainda?
Ah,
É para seguir!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

EQUILÍBRIO ENTRE PERDAS E GANHOS


Estivemos ausentes mas não desistimos de alimentar essa página e a natureza de novos elementos
Perdemos uma mangueira, em Viana. Vai ser substituída por outra que veio do Zango IV.
Os maracujazeiros do Autódromo estão em final de vida útil. Faltam regas. Inexiste quem o faça com regularidade. Em viana cresce um substituto e no Zango está um a desenvolver-se ainda no vaso.
Levamos à terra firme, no Zango, uma mangueira, uma acácia (saída do Autódromo) e uma cajá-mangueira.
E recebemos mais um "kapeza" (cágado) vindo de Saurimo. Veio já a hibernar e ainda não se mostrou aos meninos de casa. Quando terminar a hibernação já saberemos, a contar pela aproximação e brincadeira com o outro, se é macho ou fémea.

sábado, 1 de abril de 2017

NOVAS ESTÓRIAS PARA CONTAR

A 12 de Março de 2017,
A cajá-mangueira, que se pode ver nas fotos, deixou o vaso
para a terra firme.
Contemos o tempo e esperemos que a terra seja fértil, proporcionando as expectáveis frutas docinhas em curto tempo.

sexta-feira, 10 de março de 2017

CRESCENDO JUNTOS

Essa bananeira foi plantada no "Projecto Luanda Limpa", Zango IV, em Viana, Luanda, naquela que será a residência de Maria Canhanga.
Crescer juntos, edificação e frutícolas, diminui o tempo de espera pela colheita. Outras plantas como mangueira e cajá-mangueira aguardam pela libertação de espaço que as vai acolher.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

QUIABOS E MARACUJÁS

Ei-los
Benfica, autódromo
No meu quintal
Semeados em finais de 2016
A safra promete
exemplo a replicar
 


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

QUIABOS A CAMINHO DA BOCA

Para quem trabalha a terra em sistema de sequeiro, nada mais agradável do que a chegada da chuva.
Gostaria de ter um hectar de terra para lavrar, em Luanda, aos sábados e feriados. Mas não tenho.

Tenho me contentado em colocar árvores e ervas nos meus quintais.
O do autódromo tem quiabos em crescimento. Tentei e lá estão as plantas que vão, com certeza, dar fruto.

Vamos levar a experiência ao Zango quatro, na casota da mamã. As sementes que retirei de um quiabo que não pôde ir à panela, por se apresentar demasiadamente duro, estão comigo, viajando todos os dias no carro.

Já comemos mamões. Aguardamos pelos quaiabos!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

IMPLANTANDO FLORESTA

Já pode ser considerada uma "floresta" em miniatura. O importante é ter árvores, as primeiras. E já vão acima de dezena. Todas elas frutícolas enão frutícolas ou meramente decorativas. E a percorri por diversos ângulos.
Um dia ainda me chamam de "o homem que gostava de plantar árvores".
Ontem podei a videira. A família habituada a ve-la com muitos ramos e folhagem franziu o rosto. Mas, deixa: videira tem de ser podada para dar vinha (uva).
Levei uma romeira à terra firme. Uma cajamangueira brotou no vaso e já tem espaço no quintal onde a terra a aguarda.
 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A AGRICULTURA É A BASE DO DESENVOLVIMENTO

Já foi lema:
 
"A agricultura é a base e a indústria o factor decisivo (do desenvolvimento)".
Mudaram-se os tempos mas se mantêm os desafios.
Para um filho de camponeses, a ligação à terra é íntima. É intrínseca à existência. Assim sou eu.
No km 30, ao Benfica, Luanda, onde cresce uma "casota, crescem também bananeiras (duas), abacateiro, maracujazeiros, coqueiro, romeiras, mangueira e batateiras (para as ramas e os tubérculos).
"É preciso economizar", cantava-se nos anos da Revolução.
Para economizar é preciso resgatar do solo todo o seu potencial.
 

terça-feira, 5 de julho de 2016

DESAFIOS

A bananeira que dá pão, trazida do Bom Jesus, não resistiu em Viana e secou.
Uma outra, pequena, cedida pela vizinha no Benfica, parece acatar o meu desejo. Produz folhas novas e disputa altura com uma outra levada, ainda rebento, do quintal de Viana.
A mangueira diz-lhes que vai ser a "dona do quintal" e as mandioqueiras da vizinha se vão despedindo uma após outra.
Os kangonheiros que se "encorajam" nas traseiras do meu quintal para acções que se desprezam, deixaram a sua marca.
Afinal não são perdas apenas.
Umas secam e outras (re)surgem.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

AZAR E SORTE NO POMAR

Secou a jaqueira grande
Que baixa!
Secou a caja-mangueira pequena
Que pena!
Secou a nespereira que se parecia a Yala kuhu
Que azar!

Folheia-se a bananeira noutro quintal,
Rebentou a mangueira que reclama solo másculo
Trepa o maracujazeiro
Amadurecem as cajás-mangas
Cresce a jaqueira pequena
Que sorte!

terça-feira, 8 de março de 2016

A VEZ DA ROMEIRA

Romeira que dá romã
Espero que uma delas chegue à vida adulta.
 
Há factores condicionantes como o clima, o solo, concentração de água, etc.
 
Apesar do cuidado redobrado, não resistiram a nova cajá-mangueira e a nespereira...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O CICLO VITAL


 Uns morrem e outros nascem.
Tive sete nespereiras pequenas. Viveram bem nos vasos e na sombra até que decidi colocá-las, uma após outra, em terra firme. O resultado foi nefasto. Foram secando uma atrás da outra. Hoje não me resta sequer uma. A que se vê na imagem era a mais crescida e última a ser movida com o vaso inteiro para a terra firme. Não se terão adaptado ao solo luandense.
Comemoro, porém, o surgimento entre a relva da primeira cajá-mangueira que brotou das frutAS DO MEU QUINTAL. Essa é 100% caluanda, pois a semente de que resultou a árvore mãe saiu da Lunda Sul.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

PERSISTINDO EM CUIDAR E EMBELEZAR O MEIO

Com o advento da chuva decidimos implantar dois canteiros junto à rua. Na verdade, já estavam construídos, ou seja, delimitados com construção em alvenaria. Faltavam as plantas (que nos levariam às flores sempre agradáveis de ver em um canteiro de jardim).
Fi-lo. Mas os amigos do alheio dias sim, semanas sempre, vão destruindo as plantas, quando não as conseguem subtrair do subsolo másculo. Mas somos persistentes. Eles roubam ou destroem e eu substituo. Um dia desses ganho a batalha. Quem for surpreendido a vilipendiar os meus canteiros pagará até pelo "peixe comido pelo gato".
E não me limito a substituir o que se vai. repliquei o bambú. Uma estaca foi plantada directamente ao solo e já apresenta rebentos novos. Duas outras estacas foram colocadas em vasos e também apresentam filhotes, sendo que um, o maior, deixou o vaso e foi lançado à terra, na parte traseira do quintal, onde uma vala de drenagem a céu aberto pode perigar (no futuro) a minha moradia se não se impedir possíveis aluimentos de terra e ravinas.
Estamos atentos. Cuidamos e embelezamos o meio.